Quem fotografa, como cada imagem é capturada, e para que servem.
Passamos anos perseguindo frentes de tempestade, compartilhando localizações e descobertas até perceber que tínhamos um arquivo vivo nas mãos. O primeiro conjunto foi compartilhado com onze pessoas.
Cada imagem começa no campo durante uma tempestade real e é revisada por alguém que esteve lá. Uma fotografia que não resiste a uma segunda expedição no mesmo local não entra no acervo.
Nada é descrito a menos que um de nós tenha enfrentado aquele relâmpago ou nuvem de tempestade pessoalmente.
As madrugadas perdidas e os dias sem trovejada ficam registrados. Costumam ser a parte mais valiosa.
Erros são corrigidos na galeria, com uma nota explicando o que mudou.
Um ensaio longo sobre céu dramático e uma nota rápida de campo, publicados na manhã em que saem.
Cancele a inscrição com um clique, sempre que quiser.